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Arrow: Review de “Divided”

Arrow-LogoEsse review contém SPOILERS!!

No finale de meio de temporada, “Irreconcilable Differences”, Arrow introduziu um conflito que acabou sendo uma decepção. Rene traiu a equipe e concordou em testemunhar contra Oliver para a Agente Watson, e assim conseguir a guarda total de Zoe. E porque Oliver, Felicity e Diggle decidiram espionar todos os seus colegas de equipe em segredo quando decidiram que havia um traidor, Dinah e Curtis decidiram deixar a Equipe Arrow, em vez de fazerem parte de um grupo onde eles não se sentiam realmente como membros. A série vem fazendo um trabalho meia boca desde a sua 3ª temporada, e fica cada vez mais difícil de acreditar que os escritores de Arrow tenha a capacidade de salvar essa temporada e essa série. E “Divided” só serviu para reforçar esse sentimento.

Essa estreia de meio de temporada foi um episódio incrivelmente frustrante, por muitos motivos, e o principal foi o fato da trama desenvolver a história e não os personagens, e Oliver, Curtis, Dinah e Rene agindo de forma completamente oposta a seus personagens durante a maior pare do episódio, regredindo e cometendo erros antigos mais uma vez, e contradizendo pensamentos e sentimentos do começo da temporada. Dinah, por exemplo, não pode mais reclamar sobre confiança e transparência depois de ter mentido para a equipe sobre Vincent, mas além disso, ignorar Diggle e Felicity sobre Vincent estar trabalhando com Cayden James e insinuar que Oliver é um mentiroso contradizem suas ações no final da 5ª temporada e primeira metade da 6ª, onde a expressou agradecimento pela equipe e especialmente Oliver darem a ela uma segunda chance de começar uma nova vida e ser uma heroína novamente. E já isso tornou difícil de manter a atenção no que mais aconteceu no episódio.

Mesmo não concordando com as ações de Rene finale de meio de temporada, era possível entender suas motivações, ele fez pela sua família. Mas logo no começo do episódio vemos ele querendo reverter tudo isso, tentando consertar as coisas para Oliver, mas no final do episódio, vemos ele irritado por não confiarem nele porque tudo que ele fez foi “por sua filha”. Mas, foi bom ver Oliver reconhecendo o papel de Rene como pai, algo que ele ignorou completamente com Diggle ao oferecer o manto de Arqueiro Verde para ele, fazendo com que Oliver reparasse sua amizade com Rene, que era exatamente o que ele queria no começo do episódio. Mas, por algum motivo, Rene não quer mais que as coisas voltem a ser como eram, e está muito feliz em começar uma nova equipe com Dinah e Curtis.

E também nesse episódio vimos Curtis agindo de maneira arrogante, desagradável. Mais um personagem que foi completamente com o que já conhecemos dele. Ao que tudo indica, o Senhor Incrível foi substituído por um idiota que esqueceu do apoio recebido para entrar na equipe e sua amizade com Felicity.

Mas não foram somente os novos membros da Equipe Arrow que se comportaram de forma completamente oposta ao esperado do personagem. Antes de Oliver demonstrar maturidade, vimos ele voltando a agindo de forma idiota, com plano questionável ao trabalhar com Jerry Bertinelli. E mesmo com ele não agindo como lobo solitário, envolvendo Diggle e Felicity, a escolha de Oliver aqui ainda é inquietante, por causa de William.

Oliver prometeu para William que ele não seria mais o Arqueiro Verde, que ele iria ficar longe do perigo e sempre iria voltar para ele. E mesmo ele não ter usado mais o capuz, ele ainda deveria garantir que todas as situações que ele se envolve seja a menos perigosa possível. E se envolver nisso tudo com Bertinelli vai contra a sua promessa. As ações de Oliver durante essa operação foram imprudentes e idiotas, escolhas que teriam sido feitas por um Oliver mais jovem e ingenuo, e não um Oliver que é pai. E ele eventualmente percebe isso, mas se William é realmente a prioridade principal de Oliver, então ele não deveria ter envolvido nisso tudo.

No geral, o retorno de Arrow foi frustrante e exaustivo, que serve como um perfeito exemplo da excessiva confiança da série em drama forçado, e a tendencia de priorizar a trama em vez dos personagens. A série ainda tem cenas incríveis de ação, tensão, mas nada disso importa se não podemos nos importar com esses personagens e suas jornadas emocionais. Conflitos entre os personagens principais são essenciais para a sobrevivência de qualquer série, mas precisa ser algo merecido. No momento, Arrow está se perdendo, sem conseguir encontrar uma maneira satisfatória de desenvolver a trama, preferindo apostar em atalhos dramáticos.

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Agents of SHIELD: Review de “Fun & Games”

Agents-of-S-H-I-E-L-D-agents-of-shield-35640423-1920-1080Esse review contém SPOILERS!!

O problema com a 5ª temporada de Agents of SHIELD é que, apesar de algumas histórias muito intrigantes, nesse momento nada é realmente significante. Sabemos que eles irão retornar para o passado, sabemos que May não está morta, e muitos personagens que conhecemos nessa linha do tempo do “futuro” deixarão de existir quando essa temporada terminar, então não há motivo para se apegar.

Infelizmente, esse foi um grande problema em “Fun & Games“. Apesar de grandes atuações de certos personagens, e algumas cenas divertidas, tudo foi prejudicado pelo fato de que esses personagens não irão durar muito. Para piorar, todo o desenvolvimento de todo o episódio foi para a “luta” de Quake, e ainda assim, foi relegada para o final do episódio, levando ao um final divertido, mas rápido.

O destaque do episódio foi Fitz. A maneira como ele agiu como um Carrasco (Marauder), que é um grupo da Marvel, foi hilário, uma vez que sabemos que Fitz não agiria dessa maneira sob qualquer outra circunstancias, e mesmo assim, ele foi convincente. Até mesmo Kasius ficou impressionado. Mas mesmo nos momentos mais sutis, como sua proposta inicial para Simmons quando ela não podia ouvir ele foi tocante. Assim como a proposta dela para ele, quando ele os “libertou”.

Quanto ao resto das coisas. Foi bom que vimos a “colheita”, e porque isso importava para o “funcionamento” das coisas”. E ver Flint desenvolver seus poderes foi legal. Porém deixaremos de nos importar com ele em alguns episódios. E o mesmo pode ser dito sobre Ben quando ele foi morto depois que descobriram sua “mentira”. Foi triste, mas ele não irá existir por muito tempo. Assim como Tess, e sua morte sem sentido.

Além disso, se Kasius morrer depois de finalmente termos um pouco da história dele e de sua família, será um grande desperdício. Princialmente se agora tivermos que focar em seu irmão como o grande vilão desse arco.

Com todos os lados agora em rota de colisão, a única duvida que sobre é sobre o quão longo será esse arco. Fica a expectativa para que tudo termine causando um grande impacto, caso contrário, tudo terá sido para nada.

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Novo trailer de Black Lightning

black-lightning-logo-1061872-1280x0A mais nova de super-herói da DC na CW irá estrear dia 16 de Janeiro, e as expectativas estão no máximo.

Black Lightning conta a história do retorno de um super-herói. Jefferson Pierce, que decidiu que está farto do seu bairro e entes queridos vivendo com medo. E pelo que podemos ver no novo trailer, ele não irá pegar leve.

Jefferson Pierce é um homem que luta com um segredo. Nove anos atrás, Pierce era um tipo diferente de herói. Dotado de um poder sobre-humano, de gerar e controlar eletricidade, ele usou esses poderes para manter as ruas da sua cidade seguras, como o vigilante mascarado Raio Negro. No entanto, depois de muitas noites com sua vida em risco, e vendo os efeitos do dano e perda que o seu alter ego estava infligindo na sua família, ele deixou seus dias de super herói para trás e se estabeleceu como um diretor e pai. Quase uma década depois os dias de combatente ao crime de Pierce estavam para trás.. ou era o que ele pensava. Mas com crime e corrupção se espalhando como fogo, Raio Negro retorna, não só para salvar sua família, mas também a alma da sua comunidade.

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Doctor Who: Review de “Twice Upon A Time”

Doctor-Who-logoDizer “adeus” nunca é fácil, principalmente quando é para alguém que você conhece a algum tempo. Tendo acompanhado a série desde Eccelston, passando por Tennant e Smith, até chegar a Capaldi. E rapidamente, Capaldi se tornou minha versão preferida do Doutor.

Tem algo intrigante sobre ele. Sua primeira temporada foi cheia de altos e baixos, mas não foi de todo ruim. Mas ele realmente se consolidou no papel na suas segunda e terceiras temporadas, se mostrando uma magnifico Doutor. Mas, em “Twice Upon A Time” chegou o momento de dizer “adeus”.

Esse foi um episódio que só poderia ter saído da mente de Steven Moffat, com ele literalmente conectando o começo de Doutor Who com o final do tempo de Capaldi na série. Ele chegou ao ponto de refazer algumas cenas do tempo de Hartnell com Dee Bradley e novos atores como os companheiros do 1º Doutor. Foi tudo brilhante.

A história do episódio girou em torno de um soldado que estava “fora do tempo”, isso parece bastante familiar, de qualquer forma, os Doutores se encontram em um dilema, com um grupo chamado “Testemunho” está desesperado para retornar o soldado para o seu tempo para ele morra quando chegar seu momento. Mas, com dois Doutores com a mentalidade de que a morte não é justa, eles não vão permitir que isso aconteça.

Facilmente a melhor parte do episódio foram as reações engraçadas entre o 12º e o 1º Doutor. Não só porque vimos como o tempo mudou esses personagem do Doutor. O 1º Doutor está um pouco desatualizado no seu modo de pensar, chegando a dizer que mulheres como Bill e Polly estão reservadas para limpar a Tardis e que mulheres “são feitas de vidro”.

O retorno de Bill foi feito de uma maneira que funcionou muito bem na história e não pareceu forçada. Mas, a verdadeira história desse episódio foi entre os dois Doutores, com ambos tentando entender porque a regeneração é necessária. Ambos, Dee Bradley e Peter Capaldi foram incríveis em seus papeis, nos momentos engraçados e sérios.

E quando você achava que sabia o que estava por vir, tivemos algumas reviravoltas. O retorno de Rusty, o Dalek, foi uma das grandes. Assim como a revelação da linhagem do Capitão. Até mesmo a revelação das intenções do “Testemunho” foi uma surpresa.

A cena final no campo de batalha, com o nascimento da Trégua de Natal foi absolutamente lindo, e um simbolo perfeito para o que o Doutor significa para o tempo e o universo. Mas, o momento depois disso, onde o 12º Doutor revelou que sua vida era literalmente um campo de batalha foi tão excruciante. Era possível sentir a dor e a tristeza que ele sentia enquanto recitava esse discurso.

Sua conversa com a Tardis também foi tocante. Tem havido referencias frequentes à Tardis ser consciente, e isso foi provado de diversas formas, pedindo para o Doutor continuar vivo, mesmo que somente por mais uma vida.

O problema com “Twice Upon A Time” foi duplo. Primeiro, nada realmente aconteceu, os vilões não eram realmente maus, e mesmo que o Doutor tenha interrompido o controle que o “Testemunho” tinha sobre o tempo, no quadro geral, isso não importou muito. Comparado com a regeneração anterior em “The Time Of The Doctor“, essa pareceu menos grandiosa.

O que nos leva à regeneração. O discurso final foi excelente, perfeito para Capaldi, e será interessante ver Jodie Whitman como 13º Doutor. Mas a Tardis quebrando mais uma vez, parece muito familiar. Porém, o que acontece agora que ela não tem mais a Tardis é mais intrigante, mas isso teria sido um momento perfeito para uma regeneração mais sutil, com o nascimento de um novo tipo de Doutor.

E nunca foi revelado quando o Doutor de Capaldi foi fazer o momento de “The Time Of The Doctor“. Isso foi decepcionante.

No entanto, esse acabou se mostrando um emocionante tributo para o tempo do Doutor de Capaldi. Ele pode ver todos os seus antigos companheiros, e partiu de uma maneira que foi perfeita para ele.

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Agents of SHIELD: Review de “Rewind”

Agents-of-S-H-I-E-L-D-agents-of-shield-35640423-1920-1080Esse review contém SPOILERS!!

Uma das maiores perguntas da estreia da 5ª temporada foi: “O que aconteceu com Fitz?” E depois de cinco episódios finalmente tivemos uma resposta, que acabou levando ao melhor episódio da temporada até o momento. Como a equipe originalmente esperava, o governo estava atrás deles, e no momento em que o resto da equipe foi capturada, Fitz acordou para se ver sozinho, e então capturado pelo governo.

Pelos próximos seis meses, ele trabalhou em tentar descobrir o que aconteceu, sob o olhar atento dos seus captores. Até Lance Hunter aparecer e salvar ele. É uma pena que ele e Bobbi não acabaram ganhando uma série, mas, foi bom ver esse “reencontro” acontecendo.

De qualquer forma, depois de livres, eles tinham que descobrir o que aconteceu com o resto da equipe, o que levou a várias revelações, incluindo a a chegada e nomeação de Enoch. Aparentemente, esse cara é como o Vigia, pois ele esteve na Terra por 30 mil anos. E o motivo pelo qual ele enviou a equipe para o futuro foi para prevenir um evento de nível de extinção que previsto por profecia. Uma profecia criada por Robin, a jovem inumana que conhecemos na 3ª temporada. Ela é a filha do inumano que podia prever a morte das pessoas.

Ela também passou pelo processo de transformação com Terrigenesis, e se tornou uma vidente igual ao seu pai. Foi uma jogada interessante da série, usando o passado e o futuro através de uma personagem que já conhecemos. Além disso, ela revelou o porque de Fitz não ter sido enviado junto com os outros, porque ele precisa salvar eles.

O ataque à base militar foi divertido, usando furões para distrair a todos, encontrar a nave de Enoch e o Quinjet. E ainda tivemos algumas referencias à De Volta Para o Futuro. E finalmente vimos como Fitz foi para o futuro, da maneira mais difícil, congelado.

Mas ainda existem algumas perguntas que precisam ser respondidas. Como Fitz entrou na nave de Kassius?! Sim, Enoch disse que tinha um plano, e seria bom saber mais sobre esse plano. Enoch também disse que o Monólito que levou a equipe para o futuro foi ativado “do outro lado”, mas quem ativou ele?! Foram as vozes que ouvimos no rádio um tempo atrás?! Quem é aquela mulher militar?! E que planos ela tem que levariam ela a matar seu próprio pessoal e querer sequestrar Robin para o “seu lado”. Claramente o terreno está sendo preparado para um arco futuro, mas fica a expectativa para que não tenhamos que esperar muito para ter todas essas respostas.

Não há como negar que o episódio teve seus problemas. Como o fato de algo parecer deslocado sobre deixar Fitz sozinho por seis meses, enquanto “no futuro” só se passou alguns dias desde a chegada deles. Sim, é viagem no tempo, mas pareceu estranho. Felizmente, o ator de Fitz fez um excelente trabalho retratando o quão difícil foi para o personagem passar todo esse tempo sozinho. Ele acabou sendo o grande destaque desse episódio, junto com o retorno de Lance.

No geral, “Rewind” fez um bom trabalho em explicar o que aconteceu com Fitz, e como ele conseguiu ir para o futuro. Agora, fica a expectativa para que o seu retorno ao grupo principal traga mais urgência para o que está acontecendo, afinal, as coisas precisam ficar mais intensas.

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Trollhunters: Review da 2ª temporada

screen-shot-2016-10-08-at-1-45-14-pmTrollhunters está de volta com uma 2ª temporada de 13 episódios que continua as aventuras do Trollhunter humano Jim Lake Jr. (Anton Yelchin), e seus amigos Toby (Charlie Saxton), Claire (Lexi Medrano) e Blinky (Kelsey Grammer), com eles tentando proteger o mundo dos humanos e dos trolls dos perigos das Terras Sombrias.

A 2ª temporada começa basicamente onde a 1ª temporada terminou, com Jim nas Terras Sombrias procurando pelo irmão de Claire, Enrique, enquanto Claire e Toby encobrem sua ausência no mundo dos humanos. Enquanto isso, os trolls de Trollmarket estão desesperados para se proteger dos perigos das Terras Sombrias, considerando destruir a Ponte Killahead, prendendo Jim para sempre junto com Gunmar (Clancy Brown) e seu exercito.

Se você gostou da 1ª temporada de Trollhunters, então irá adorar o humor, a ação e a emoção da 2ª temporada. Os primeiros 52 episódios da série foram concebidos antes de Trollhunters estrear na Netflix, o que significa que não há uma queda no tom ou na qualidade entre a primeira e a segunda temporada. Isso também significa que, devido ao planejamento a longo prazo dos arcos da série, o falecido Anton Yelchin, que tragicamente morreu em 2016, pode gravar a maior parte das suas falas para a 2ª temporada. Então Yelchin está de volta, emprestando sua voz e sua simpatia para Jim.

As melhores partes dessa temporada são as aventuras de Jim nas Terras Sombrias, que exploram um lado mais sombrio do mundo dos trolls. Enquanto está lá, Jim irá encontrar novos e velhos inimigos, com alguns deles podendo ser potenciais aliados. Novos atores de voz se juntaram ao elenco da 2ª temporada, incluindo Mark Hamill, um troll nefasto com conexão com outro adorado personagem de Trollhunteres, Lena Headey como uma poderosa feiticeira e David Bradley como um mago mistico.

Inicialmente, a profundidade e imaginação das aventuras de Jim nas Terras das Sombras podem acabar causando uma falta de entusiasmo quando voltamos à realidade mais familiar e fundamentada de Arcadia. Ficando difícil de se importar com os vilões de Jim em Arcadia, como Steve (Steven Yeun), quando já vimos ele enfrentando situações de vida ou morte nas Terras Sombrias. No entanto, Trollhunters rapidamente expande o mundo humano dessa história explorando a organização sombria conhecida como The Janus Order.

A ausência de Jim no mundo dos humanos serve para reforçar como Trollhunters é uma série de uma equipe, com Claire em particular ganhando mais importância na aventura, de maneiras que apenas melhoram a narrativa.

Enquanto a 2ª temporada de Trollhunter pode parecer depender de um MacGuffin em certos momentos, com Blinky, Toby e Claire em missões para conseguir uma coisa em particular para resolver um pequeno mistério. A segunda parte dessa aventura trouxe de volta as melhores coisas da primeira parte, enquanto expande esse mundo fictício de maneiras novas e excitantes. Poucas segundas temporadas são tão eficientes quanto essa em manter o equilíbrio na narrativa. Mas, com desenvolvimento do mundo baseado nos personagens como esse que temos aqui com Guillermo del Toro, Rodrigo Blaas e Marc Guggenheim, é seguro dizer que o futuro de Trollhunters está em boas mãos.

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Agents of SHIELD: Review de “A Life Earned”

Agents-of-S-H-I-E-L-D-agents-of-shield-35640423-1920-1080Esse review contém SPOILERS!!

Depois de todas as intrigas e revelações até agora na 5ª temporada de Agents of SHIELD, “A Life Earned” acabou se mostrando decepcionante.

Não havia duvida de que Fitz eventualmente iria aparecer, a duvida era somente quando isso iria acontecer. Então, não houve choque quando revelaram que o misterioso comprador mascarado era na verdade Fitz.

No entanto, “A Life Earned” fez um bom trabalho com os momentos focados nos personagens.

Kasius nunca revelou nenhuma preocupação com a vida humana. Logo não faz sentido que o inumano telepata e Daisy tenham achado que era uma grande revelação o fato de Kasius estar planejando destruir o Farol, como um meio permanente de limpar a poeira da Terra dos seus pés.

A unica coisa que explicaria isso seria que as pessoas gostam de ignorar os aspectos mais desagradáveis das suas vidas. Então, as pessoas gostam de imaginar que as coisas vão continuar como estão para sempre, ignorando que os Kree desprezam a existência deles.

Outra grande revelação, foi que os Kree controlam os humanos, em parte, através de programas de esterilização forçada e reprodução controlada, como parte das tentativas de Kasius de criar Inumanos mais poderosos, e valiosos. Isso é horrível, mas não é algo chocante. Mas também se conectou à trama de Mack, quando ele descobre que Gunnar está tentando comprar um bebê, e não algum tipo de mercadoria.

O ator de Mack faz um excelente trabalho nos dando uma mistura de raiva com horror e vergonha. É fácil de esquecer que passou tão pouco tempo desde que os agentes saíram do Framework, e que no processo Mack perdeu sua “filha”. Ela pode não ter sido real, mas o amor dele era, como disse Yo-Yo.

Finalmente, eles conseguiram conectar essa trama com Gunnar anonimamente dando-lhe o pagamento de Deke por Daisy de Kasius, permitindo que ele pagasse Grill. Toda história conseguiu ser bastante emocional. Mas, todo o trabalho investido nela acabou sendo prejudicado pelo personagem de Deke, que já não está se mostrando tão interessante quanto os escritores planejaram, com tudo sobre ele parecendo confuso e forçado.

Seguindo para um momento de ação mais significativo no episódio, Melinda May acabou lutando com Sinara, o braço direito de Kasius. Obviamente, devemos acreditar que Sinara matou May. Porém, é difícil de acreditar que alguém como May tenha sido morta essencialmente offscreen. Isso parece bastante improvável.

E se Sinara não matou May, a grande dúvida é o porque.

Finalmente, a revelação de Fitz. Será que ele viajou no tempo como o resto da equipe?! E porque ele estava tão ansioso para Daisy duelar até a morte?! Como já foi dito antes, a aparição de Fitz não é uma surpresa. Fica agora duvida de que versão de Fitz iremos ver, principalmente depois de todo o trauma que ele sofreu, e também pelo fato dele ter sido separado dp resto da equipe até agora.

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Review de Star Wars: Os Últimos Jedi

star-wars-os-ultimos-jediDepois das semelhanças entre O Despertar da Força Uma Nova Esperança, havia a duvida de que Os Últimos Jedi também teria semelhanças com O Império Contra-Ataca. Na verdade, Star Wars: Os Últimos Jedi se mostrou mais do que era esperado que fosse.

O novo filme da franquia e da nova trilogia, Star Wars: Os Últimos Jedi decide logo no começo se concentrar em dois temas distintos, mas importantes: a ideia de neutralidade em vez de escolher lados e viver no passado versus o presente.Cada um dos principais heróis e vilões está presente nesses temas, e precisam enfrentá-los durante todo o filme. Isso é ampliado pela adição de Luke Skywalker, o lendário Metre Jedi, que possui um papel fundamental no filme. Ele também precisa lidar com esses temas, e possui seu próprio conflito interno, tornando-o parte do conflito como todos os outros.

Assim como O Império Contra-Ataca, esse filme mostra a Resistência em dificuldades enquanto tentam escapar da perseguição da Nova Ordem, que rapidamente dizima grande parte das suas forças. Sem uma forma real de reforços chegando para ajudá-los, eles dependem de Rey, Finn e Poe, assim como alguns novos personagens, para encontrar as respostas que com sorte irá salvá-los a tempo. Rey está empacada, tentando convencer Luke a retornar e salvá-los, assim como ensinar-lhe a canalizar a energia que ela acabou de perceber que possui. Finn e Poe se unem a uma nervosa e emotiva engenheira chamada Rose para tentar sabotar e atacar as naves que seguem o comboio do que restou da Resistência.

Enquanto isso, Kylo Ren está ligado pela Força com Rey, e tenta estabelecer uma conexão entre os dois. O verdadeiro motivo para isso é descoberto depois no filme, mas acaba levando a algumas respostas que esperávamos depois de O Despertar da Força. Uma dessas é que o misterioso Supremo Líder Snoke tem um papel muito mais intimidador nesse filme, corrompendo Kylo Ren. Não mais aparecendo somente como um holograma gigante, vemos ele em toda sua gloria e poder tentando quebrar a força de vontade dos heróis.

Como era esperado na nova era de filmes de Star Wars, certas coisas continuam a melhorar. A trilha sonora se mostrou fenomenal, misturando trilhas familiares para algumas cenas, com novas trilhas quando um personagem se torna mais proeminente. Os sets são incrivelmente lindos, dos mundos de areia vermelha misturados com paisagens nevadas, que distintamente lembram a base Rebelde em Hoth. Novos aliens e pessoas são introduzidas de maneiras engraçadas, algumas delas até mesmo encontrando uma nova casa na Millennium Falcon. E mais importante ainda, um mergulho delicioso na nostalgia para algumas reviravoltas inesperadas e referencias à antiga trilogia.

Honestamente, houveram mais momentos nesse filme que prendem sua atenção ou te deixam com um sorriso espontâneo no rosto do que O Despertar da Força, devido a escolhas únicas para referencias que foram feitas. Nada pareceu fora do lugar ou sem sentido, e houveram alguns momentos de legitima surpresa. Rian Johnson de alguma forma conseguiu encontrar uma maneira de fazer essas viagens nostálgicas não parecerem exageradas ou puro fan service, mas realmente desempenham um papel fundamental no desenvolvimento dos personagens.

Uma das principais coisas que retornaram nos últimos filmes de Star Wars é a prevalência do humor. Enquanto a trilogia original e a prequel tiveram momentos engraçados, parece ser uma nova intenção ter um ar intencional de humor no filme misturado com a paisagem escura e séria. É estranho mostrar a personagem de Leia de Carrie Fisher em um evento particularmente traumático e depois ver ela fazendo algo hilário uma cena depois. Mas, muito raramente esse filme pareceu exagerado ou que tenha perdido uma oportunidade.

A última coisa que Os Últimos Jedi faz é nos dar mais perguntas. Enquanto conseguiu responder algumas das perguntas que foram deixadas por O Despertar da ForçaOs Últimos Jedi nos deu uma infinidade de novos mistérios que esperamos que sejam resolvidos até o próximo e último filme dessa trilogia. Em vez de terminar com um tom sombrio como O Império Contra-Ataca, esse filme termina com uma sensação de esperança, o mesmo que tivemos com Rey entregando o sabre de luz para Luke, e o que tivemos ao ver Leia no final de Rogue One.

No final, Os Últimos Jedi é verdadeiramente excelente. Ele reverencia e referencia a trilogia original da maneira que era esperado e tem algumas reviravoltas inesperadas. Desenvolvimento de personagens e explicações são muito bem feitas. Os cenários e musicas são tão maravilhosos quanto imaginávamos que seriam. Tudo sobre Os Últimos Jedi te deixa querendo mais e mais.

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Legends of Tomorrow: Nevasca irá se juntar à tripulação da Waverider?!

dclegendsoftomorrow-143590Já havia sido noticiado que os atuais candidatos para se juntar à equipe de Legends of Tomorrow eram Kid Flash e John Constantine. Mas, ao que parece, a própria Canário Branco, Caity Lotz, pode ter dado uma dica sobre quem poderá se juntar à tripulação da Waverider.

Caity Lotz postou a imagem abaixo em sua conta no Instagram dela com Danielle Panabaker, como Nevasca, que pode muito bem ter sido tirada durante as filmagens do crossover da CW, Crisis on Earth X, e talvez essa suposição seja um exagero. Mas, também é preciso admitir que existe a possibilidade de isso ser uma indicação de que ela será a nova passageira da Waverider.

Recentemente, o produtor Marc Guggenheim falou sobre o substituto de Nuclear:

Nos temos um plano para como substituir Nuclear na ponte, e é muito legal. É um com o qual estamos realmente entusiasmados. Tem duas cadeiras vazias na Waverider. Então temos um plano de jogo. A publicidade da CW irá determinar quando podemos liberar essa noticia.. mas será um personagem já estabelecido das séries”. 

Isso não deixa claro que Nevasca será a nova adição na Equipe Legends, mas é preciso admitir que ela poderia ser um boa substituta para o Capitão Frio.

so frosty 💕

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Agora só nos resta esperar para quando o departamento de publicidade da CW permitir  divulgação dessa informação.

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Trollhunters: Confirmada 3ª temporada

screen-shot-2016-10-08-at-1-45-14-pmA 3ª temporada de Trollhunters recebeu sinal verde.

Netflix e Dreamworks Animation anunciaram seus lançamentos para novas séries para 2018, e uma terceira temporada das aventuras animadas de Guillermo del Toro e Rodrigo Blaas está na lista. Esse anuncio acontece antes mesmo do lançamento da 2ª temporada de Trollhunters, que irá acontecer na sexta-feira, dia 15 de Dezembro.

Além da 3ª temporada de Trollhunters, Dreamworks Animation e Netflix também confirmaram que vão lançar outra história do universo de Trollhunters em 2018. 3 Below será a segunda série da trilogia dos Conto de Arcadia, que aparentemente será o nome desse desse universo compartilhado de séries. A série irá estrear na segunda metade de 2018 e contará com dois alienígenas adolescentes da família real e seu guarda-costas que fugiram de uma tomada de controle por um terrível tirano e acabam caindo em Arcadia,

O último capitulo da trilogia, Wizards, está programado para estrear em 2019. E não deixe de assistir a 2ª temporada de Trollhunters, ela é tão boa quanto a 1ª temporada.

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