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Gotham: Review de “Let Them Eat Pie”

GOTHAMEsse review contém SPOILERS!!

Bem, esse foi um episódio sombrio. “Let Them Eat Pie” é definitivamente um daqueles episódios que são feitos para um publico mais “maduro”, com o Professor Pyg em destaque, todos devem estar felizes que não estavam comendo essas tortas.

Em seu núcleo, esse episódio foi sobre três pessoas que foram colocadas em posições na qual não gostariam de estar. E por último, mas não menos importante, Gordon agora é Capitão, o que o deixa em um posição privilegiada, não só para salvar sua cidade, mas também para levar a culpa por tudo de errado que acontece. E com Pyg de volta, as coisas não estavam nada fáceis para Jim. Foi bom ver Jim usando sua mente para descobrir coisas várias vezes, como ele sabia que os planos de Pyg sempre tinham um motivo, e nunca eram aleatórios. E como ele lembrou da fabrica de papel, e etc. E uma das melhores cenas, no final quando Pyg foi pego, ele pareceu aliviado por ter mantido sua promessa para todos.

Não que pegar Pyg tenha sido fácil, ele se mostrou bem escorregadio, e a cena de luta no final foi épica. Além disso, a cena do jantar era igualmente um horror e um musical, o que não foi nada irônico, afinal o ator de Pyg, Michael Cerveris é o atual Sweeny Todd na peça da Broadway.

Isso acabou levando perfeitamente até a história de Pinguim e Sofia, que acabou tendo várias reviravoltas antes do final do episódio. Com o Pinguim suspeitando dela, à querer acreditar nela, à usar Martin para espionar ela, à proteger ela do ataque de Pyg, à aceitar parar a Pax Penguina contanto que Jim não seja mais Capitão, e então descobrir a verdade. Uma guerra se aproxima.

Finalmente tivemos o retorno de Bruce, que ainda está na sua fase de “bad boy”, isso enquanto Alfred tenta salvá-lo dele mesmo. É bom que Gotham não esteja se livrando disso em um episódio, ele precisa atingir o fundo do poço antes que possa se reerguer, e ele ainda não chegou ao fundo. Foi bom ver a orgiem de Alfred, e como ele conheceu Thomas Wayne, mas também que Bruce não “chorou” por causa disso e voltou a ser como era, isso teria sido fácil demais.

Isso não quer dizer que ele não tenha sido um idiota para com Alfred, e fica a expectativa de ver ele pegando por isso, mas não agora.

Teve algumas coisas estranhas nesse episódio, principalmente a cena entre Sofia e Martin, não deu para entender direito o que aconteceu. Além disso, porque Pyg escolheu Martin de todas as crianças no orfanato. Isso pareceu conveniente demais.

No final, “Let Them Eat Pie” nos deu um outro episódio sombrio com algumas reviravoltas. Fica a expectativa para quando a série voltar, em duas semanas, que irá manter esse ritmo.

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Supergirl: Review de “Midvale”

img_5827-1Esse review contém SPOILERS!!

Até o momento, essa temporada de Supergirl tem focado menos nos poderes de Supergirl e mais nos conflitos internos de Kara Danvers, e aqueles a sua volta, estão enfrentando em suas vidas. Enquanto “Midvale” não foi diferente, o drama colegial exagerado acabou resultando em um fraco episódio de flashback.

Episódios de flashbacks são um dispositivo para desenvolver a trama sempre difíceis de serem executados. Não só algumas coisas já estão estabelecidas e pré-ordenadas antes desses episódios, sabendo que certos personagens estão vivos e bem por exemplo, mas na maioria das vezes, plot points são criados por conveniência.

O flashback em “Midvale” focou principalmente no relacionamento de Kara Danvers não só com sua irmã, mas com todos a sua volta no ensino médio. Assim como qualquer série ou filme clichê, atletas e os populares, são bullies para quem é inteligente ou diferente, e claro, Kara é diferente por ser adotada.

Mas, Kara não está completamente sozinha, um outro pária, Kenny Li, é introduzido como seu único amigo no colégio. O grande problema, é o fato dessa ser a primeira vez que ouvimos falar de Kenny em Supergirl. E no desenrolar do episódio, descobrimos que ele teve um papel fundamental na juventude de Kara, e mesmo assim ele nunca foi mencionado antes de “Midvale“. Isso é uma coisa que não se pode deixar passar, afinal, ele foi muito mais do que um bom amigo.

Baseado em tudo que vimos em “Midvale“, Kenny pode muito bem ser a razão pela qual Kara se tornou Supergirl. Ele é o primeiro amigo e interesse amoroso que Kara encontra na Terra, conectando ela ainda mais com o planeta. Ele também é a primeira pessoa com quem Kara se importa que acaba morta, dando inicio a sua incansável vontade de usar seus poderes para salvar pessoas. E para completar, ele também é o motivo da conexão entre Kara e Alex, com as duas trabalhando juntas para resolver seu assassinato.

Assim, Kenny também tem um papel importante na vida de Alex, já que ele é seu tutor de matemática, e mais importante, sua morte acabou levando ela a desenvolver as habilidades que ela depois irá aprimorar como agente da DEA. Por isso parece extremamente forçado que esse suposto personagem importante nunca tenha sido mencionado antes desse episódio, porque ele simplesmente foi criado para este episódio.

E isso é uma pena, porque Ivan Mok faz um excelente trabalho como Kenny. Izabela Vidovic e Olivia Nikkanen fazem um bom trabalho como as versões adolescentes de Kara e Alex também, permitindo que a série possa fazer outro flashback se necessário. Porém, o trabalho de detetive, com superpoderes, acabou lembrando muito Smallville. O problema de “Midvale” é que a atmosfera do ensino médio, adolescentes resolvendo crimes, e o vilão sendo um xerife corrupto, o episódio teve muitos clichês.

A pior coisa é que, enquanto o episódio tentou desenvolver a trama geral da temporada de Kara não se sentindo humana, não faz nada em favor dos personagens de apoio de Supergirl. Ao longo da 3ª temporada, a série tem feito um excelente trabalho para estabelecer a futura antagonista, Samantha, que irá em breve se tornar Reign. Porém, como já foi dito antes, isso está acontecendo às custas de personagens como Winn, James e M’yrnn J’onzz, que estão sendo deixados de lado. Até mesmo J’onn está sendo deixado de lado nessa temporada, sendo relegado a aparecer quase nada, exceto por se passar por um agente do FBI que confronta e aconselha Kara adolescente nesse episódio.

Mesmo Reign demonstrando o potencial para ser uma antagonista promissora para o futuro da série, “Midvale” prova que Supergirl só está enrolando com um episódio que na verdade não adiciona nada à trama da temporada, sem que pareça no minimo forçado.

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Legends of Tomorrow: Review de “Helen Hunt”

dclegendsoftomorrow-143590Esse review contém SPOILERS!!

O melhor de Legends of Tomorrow é quando você acha que um episódio foi servir só para fazer volume, ele acaba sendo realmente importante, e foi esse o caso com “Helen Hunt“, onde a Helena de Troy apareceu para deixar Hollywood de cabeça para baixo.

Logo de cara, eles fizeram bom uso da lenda de Helena, sendo a mulher mais linda do mundo, transformando Hollywood em um lugar de conflito para ter ela como sua protagonista. Mas além disso, tivemos uma versão interessante da própria Helena. Como é ser a causa de uma guerra?! Ser sequestrada e presa, e então, do nada se encontrar em um lugar onde as pessoas querem que você seja mais do que bonita?! É uma versão interessante da história.

Assim como o fato de que Helena estava, aparentemente, causando mais estrago no presente do que estava fazendo falta no passado. Uma vez que, ela estrelando em vários filmes levou a importantes estrelas de Hollywood não sendo lançadas, causando um efeito que atingiu a Waverider.

Além disso, Jax e Stein acabaram trocando de corpo. E isso acabou levando a alguns momentos hilários, incluindo ambos atores tendo que agir como o outro, e fazendo um bom trabalho ao com isso.

E para deixar as coisas ainda mais complicadas, Darhk apareceu, e tentou manter Helena em Hollywood, e impedir que as Lendas consertem o tempo. Neal McDonough brilhou mais uma vez, e sua reação ao descobrir sobre Jax/Stein foi hilária.

Esse episódio também teve muita ação. Dos vários homens lutando por Helena, e as múltiplas lutas entre as Lendas e os aliados de Darhk, foi ótimo. E acabou levando Amaya descobrindo sobre sua outra neta, Kuasa. E se você ficou se perguntando como Ray sabia sobre isso, ele apareceu na série animada Vixen em um episódio e conheceu Kuasa e Amari.

Mas é claro, a grande reviravolta do episódio foi Zi descobrindo um “brecha” no tempo e enviando Helena de Troia para Themyscira!! Isso se iguala à citação do nome de Bruce Wayne em Arrow. Helena de Troia é uma amazona!!

O episódio também teve alguns problemas. Seria bom saber porque foi dito a Darhk para impedir esses anacronismo, isso é mesmo uma parte importante do plano de Mallous?! E também, a troca de corpos é um clichê, e Victor Garber exagerou na sua versão de Jax algumas vezes.

Mesmo assim, “Helen Hunt” foi outro ponto forte da temporada, e do jeito que as coisas estão indo, 3ª temporada pode muito bem superar a 2ª temporada.

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The Flash: Review de “When Harry Met Harry”

img-1023083-flashEsse review contém SPOILERS!!

Embora certamente uma temporada mais leve, uma das novas adições ao elenco, Ralph Dinby, está se mostrando mais irritante do que útil. E em “When Harry Met Harry” isso foi finalmente foi abordado. Com Ralph sendo um herói pela primeira vez, mas sua personalidade acabou ficando no caminho de fazer o que era certo.

Porque para ele, capturar o bandido é a única coisa que importa, não importando o que. Enquanto Barry sabia que havia coisas mais importantes a serem feitas, como proteger os inocentes. É bom que os escritores tenham mostrado completamente o erro do processo no pensamento de Ralph, como resultado uma garota se machucou enquanto o Flash estava caído e Ralph estava focado em capturar o bandido.

E isso não é uma justificativa para o quão irritante e estupido ele é as vezes. Por exemplo, do nada ele agora tem a habilidade de dizer as medidas de garotas. Agora, sim, ele melhorou no final do episódio, mas é dificil de acreditar que ele irá manter essa persona de “boa pessoa”.

Um personagem que demonstrou crescimento nesse episódio foi Harry, que comletou sua “tarefa” de conseguir amigos, mas encontrou outras versões dele do Multiverso para conversar. Foi um ponto chave dos escritores que não tivéssemos outro novo Wells como personagem principal no elenco, então fazer isso foi um toque interessante no que poderia ter acontecido. Mas naturalmente, a verdadeira diversão aqui não era só o dialogo, mas a interação entre Cisco e Harry com a amizade entre os dois cresce. E ouvir Cisco falando sobre como Harry odeia a si mesmo, provavelmente por causa do que aconteceu com Jesse, e então, ele aceitando isso foi um grande passo para o personagem.

Outra reviravolta interessante em “When Harry Met Harry” foi o vilão, Black Bison. Foi bom que ela tinha um motivo pessoal para fazer essas coisas, e ao contrário de Killg%re, era uma razão mais lógica e profunda para fazer o que ela fez. Ela odeia que sua tribo tenha sido relegado à história, enquanto ainda continuava viva. Porém, ele a ainda estava errada ao matar pessoas.

Foi bom que a Equipe Flash tenha descoberto sobre Clifford Duvoe, também conhecido como Pensador, e até mesmo tenham encontrado a casa dele. Isso certamente irá criar algumas tramas interessante, agora que eles sabem quem ele é, onde ele está, mesmo que ainda não saibam o que ele é. Mas fica a expectativa para ver onde isso acabará dando.

No final, “When Harry Met Harry” focou me dois personagem que precisavam crescer e fizeram isso de maneiras interessantes. Algumas inconveniências à parte, The Flash voltou em boa forma nesse solido episódio.

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The Walking Dead: Review de “Some Guy”

walking deadEsse review contém SPOILERS!!

O episódio anterior, “Monsters“, havia terminado em um grande cliffhanger, com o grupo de Ezekiel sob fogo de uma metralhadora Browning pelos Salvadores. Enquanto Ezekiel sobreviveu, ele não saiu ileso. O episódio se concentra principalmente em Ezekiel, enquanto ele tenta escapar. Esse episódio foi o mais sangrento até agora dessa temporada de TWD, já que exceto alguns pouco da Equipe do Reino foram eliminados. Não só eles, mas a adorada Shiva acabou encontrando o seu fim da mesma maneira que nos quadrinhos. Com um Ezekiel ferido se encontrando cercado, Shiva interveio e se sacrificou para ele poder fugir. Esse foi de longe o momento mais emocionante do episódio.

Esse episódio de The Walking Dead começou com um discurso, e sinceramente, eles já estão se tornando cansativos. Parece que em todos os episódios temos discursos dramáticos agora. No momento do discurso, foi impossível manter a concentração, mas apesar disso, o discurso serviu para um proposito no final do episódio. E depois do discurso a atenção para o episódio foi trazida de volta, com imagens do que havia acontecido com a Equipe do Reino contra a metralhadora, que foram chocantes. Ele não foram apenas feridos, eles foram massacrados, despedaçados pela metralhadora. E para piorar, pouco depois de Ezekiel conseguir se libertar, eles começaram a levantar.

O grande destaque desse episódio foi ver como Ezekiel lidou com essa perda. Não foi só a perda, mas também a conversa que ele teve com o Salvador que quebrou ele. Sempre vimos Ezekiel mantendo seu status de “Rei” desde que ele foi introduzido em “The Well“, e seu povo segue isso. Mas para os Slavadores, ele era um simples vigarista. Agora, Ezekiel tinha que lidar com isso, especialmente depois de perder tantos dos seus seguidos, incluindo Shiva. Assim como nos quadrinhos, Ezekiel se sente envergonhado por essa perda. Ele queria ter morrido e ser aclamado como um herói pelo seu povo, e não quer que eles vejam esse homem quebrado, carregando o peso da perda de tantos.

Nesse mundo do The Walking Dead, onde todos agora vivem, algo precisa manter as pessoas motivadas, e o Reino é isso para Jerry. Vemos isso na sua resposta quando Ezekiel diz que ele precisa chama-lo de “Sua Majestade”. Porque, quantas vidas o Rei Ezekiel salvou ou deu abrigo?! O Reino dá a Jerry um proposito, e como o próprio Jerry disse, Ezekiel é um cara legal.

Enquanto muito do episódio focou em Ezekiel, Carol também teve sua chance para voltar a brilhar. Ela matou vários Salvadores, e ainda salvou Ezekiel e Jerry. Agora que Ezekiel sofreu uma derrota esmagadora, é provável que Carol irá desempenhar um papel importante para que ele volte a ser como era. Assim como ela fez com Morgan em “Bury Me Here“. Mesmo com os Salvadore, com a metralhadora, tenham conseguido fugir, Daryl e Rick apareceram para salvar o dia. O único problema foi que a metralhadora deveria ter causado um estrago maior contra o jipe de Rick.

No final, esse foi um excelente episódio, que ajudou a aprofundar o personagem de Ezekiel. E finalmente vimos o lado de Rick ter uma grande derrota nessa temporada.

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Lançado o trailer de Gotham By Gaslight

batman-gotham-by-gaslight-000Batman passa uma genuína sensação de R-Rated no primeiro trailer completo do seu novo filme animado, Gotham By Gaslight.

O trailer de Gotham By Gaslight nos dá uma boa visão do que podemos esperar do filme e do seu estilo de arte que, infelizmente, não parece em nada com a arte de Mike Mignola nos quadrinhos.

Além disso, parece haver elementos da sequencia de Gotham By Gaslight nos quadrinhos, Master of the Future presentes no trailer também.

Confira o trailer aqui:

Gotham By Gaslight

Uma adaptação da popular história de 1989 nos introduz ao Batman da Era Vitoriana, que está perseguindo o Jack, o Estripador. Escrito por Brian Augustyn e desenhado por Mike Mignola, foi a primeira história da Elseworlds.

Gotham By Gaslight ainda não tem data definida para para chegar em DVD/Blu-ray

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Arrow: Review de “Deathstroke Returns”

Arrow-LogoEsse review contém SPOILERS!!

Depois de um fraco episódio focado em Felicity, “Reversal“, Arrow decidiu dedicar a maior parte de “Deathstroke Returns” em dois personagens de apoio: o já mencionado no título do episódio, Deathstroke, também conhecido como Slade Wilson, e Dinah Drake, com ambos lidando com ressurgimento de entes queridos. Para Slade, esse episódio foi sobre encontrar seu filho, Joe, que agora se chama Kane, e ele pede a ajuda de Oliver para essa missão. Enquanto isso, Dinah recebe um grande choque quando o Vigilante retira sua máscara, depois de derrubar ele com o seu Grito do Canário, revelando que ele é ex-namorado, Vincent.

Apesar do quão surpreendente essa revelação seja para Dinah, o impacto não é o mesmo para os espectadores. No final, “Deathstroke Returns” acaba sendo ao mesmo tempo excitante e previsível, é um episódio que nos dá algumas cenas de ação solidas, bons momentos de personagens, importantes reviravoltas, mas tudo pareceu, de certa forma, inevitável. Talvez isso aconteça porque o episódio é centrado tão diretamente em Slade e Dinah, então, quando a trama principal do episódio é revelada, não há muitas direções que podem seguir.

Deathstroke Returns” dá uma pausa em muito do que está acontecendo nessa temporada, para contar histórias menores e mais pessoais, e em sua maior parte foi um sucesso, especialmente interligando as lutas de Slade e Oliver com a paternidade.

E mesmo que a missão de Slade tenha acabado com ele de coração partido pela noticia de que seu filho é na verdade se tornou o líder dos Jackals, “Deathstroke Returns” é na verdade sobre a jornada dele e Oliver para chegar até isso, e o fato de que ambos queriam o melhor um para o outro. Ambos querem que o outro tenha uma boa e forte relação com seus filhos, e é por isso que vemos eles agindo como agiram nesse episódio. Esse é um vinculo é mais maduro e altruísta, criado sobre algo mair e mais importante que sobreviver, é sobre viver de verdade.

Certamente Slade não terá uma segunda chance com Joe, Dinah ainda acredita que ela poderia ter um futuro com Vincent, mesmo o quão quebrado e distorcido a persona tornou ele. E descobrimos nesse episódio, que a mesma matéria negra a qual Dinah foi exposta, e lhe deu o Grito do Canário, também afetou Vincent, dando a ele poderes de cura. Foi assim que ele conseguiu sobreviver a um tiro na cabeça, duas vezes.

E mesmo com o modo dele pensar ser completamente distorcido, Dinah ainda tem esperança de que o homem que ela ama esteja em algum lugar lá dentro, e permite que ele escape, e essa esperança só cresce quando ela abre o presente que Vincent deixou para ela perto do final do episódio.

Assim como o uso de drogas de Diggle, a esperança de Dinah em Vincent é algo que pode causar estrago na Equipe Arrow. Os escritores de Arrow, e The Flash, com sorte, já aprenderam que membros de uma equipe esconderem segredos uns dos outros, é uma maneira barata e ineficiente de criar drama. Fica a expectativa para que a conexão entre Dinah e Vincent irá levar a algo além do resto da equipe irritado com ela.

Além disso, dadas as semelhanças entre Dinah e Diggle aqui, talvez os escritores consigam encontrar uma maneira orgânica para conectar as duas histórias. A rápida amizade desenvolvida entre Diggle e Dinah, se tornou um dos destaque de Arrow nessa temporada, fica a expectativa de vermos mais disso no futuro.

Apesar de ser bastante previsível, “Deathstroke Returns” conseguiu ser um solido episódio, com ação e emoção o suficiente para valer a pena ser visto. Atualmente, esse é de longe o melhor episódio da 6ª temporada de Arrow, e isso mostra o quão fraca essa temporada está sendo. Depois do final da 5ª temporada, mudanças eram esperadas para a 6ª temporada, mas só vimos a repetição de tramas de temporadas anteriores. Porém, “Deathstroke Returns” é o primeiro episódio que vemos algo novo e que ainda conseguiu ser emocionante e intrigante.

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Gotham: Review de “Stop Hitting Yourself”

GOTHAMEsse review contém SPOILERS!!

Uma coisa que Gotham faz muito bem é, volta e meia mudar severamente o equilíbrio de poder. E “Stop Hitting Yourself” fez exatamente isso de diversas formas, fazendo esse ser facilmente um dos melhores episódios da temporada, isso enquanto nos dá excelentes histórias para garantir que essas mudanças sejam permanentes.

Por exemplo, Gordon agora é um Capitão, mas ele só aceitou o cargo porque ele viu que Bullock não podia mais agir como Capitão depois do incidente com Pyg e o Narrows no episódio anterior, “A Day In The Narrows“. Se Gordon tivesse aceitado o cargo voluntaria, não teria funcionado. Em vez disso, ele permaneceu leal à Harvey, até o momento em que ele não podia fazer o que “o trabalho exigia”. E então ele sabia que o melhor era assumir o controle. Além disso, ele não está mais trabalhando com Sofia Falcone, o que provavelmente irá causar problemas o desenvolver da temporada.

Então tivemos o Pinguim, que se tornou um “mentor” para um jovem garoto, e no processo, não só encontrou uma saída para sua dor, mas também percebeu que está sendo enganado. Foi ótimo que tenham feito isso, uma vez que o Pinguim estava começando a parecer um idiota. Mas agora, ele voltou a suspeitar dela.

E então, tivemos o Narrows. O Pinguim descobriu sobre Nygma zombando dele nas lutas, então ele mandou as Sirens lidarem com Ed, o que levou a Tabitha a descobrir sobre Butch, o que levou muitas coisas divertidas acontecerem. Primeiro, tentaram sequestrar Nygma, o que acabou levando a uma batalha, Butch “voltou a vida”, então Vagalume quase queimou todos eles, só para ser derrotada por Leslie com uma arma, e então, Barbara atirou em Cherry por trair a todos, e agora Leslie dirige o clube da luta!! Nada mal para um episódio.

A mudança de posição de Leslie é interessante, uma vez que agora ela tem um papel que ninguém imaginaria que teria quando ela foi introduzida na série. E o que ela irá fazer agora nessa sua nova posição será intrigante. E Nygma continua livre.

No geral, “Stop Hitting Yourself” tomou uma direção divertida, que acabaram resultando em grandes momentos. Agora, fica a expectativa para que o retorno de Pyg no próximo episódio mantenha as coisas em movimento.

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The Flash: Review de “Girls Night Out”

img-1023083-flashEsse review contém SPOILERS!!

Então, depois de alguns episódio mais ou menos, ficou a impressão de que a série finalmente voltou a ser o que era com “Girls Night Out“, com a Equipe Flash sendo divida entre homens e mulheres, e acabou resultando em algumas reviravoltas surpreendentes.

Primeiro vamos falar sobre os homens, com Cisco fazendo filmes caseiros para celebrar Barry e Iris foi bastante comovente. Dinby arruinando tudo, não ajudou em nada o personagem, ele não está nem ao menos sendo engraçado, mas sim um idiota irritante. A série fez um trabalho muito melhor com Julian.

De qualquer forma, é preciso admitir que foi engraçado ver as coisas ficando fora do controle enquanto Barry estava bêbado. E a reviravolta da filha de Cecil estar no bar de strip foi realmente interessante. E mesmo sendo um tanto cafona, mas permitiu um momento para ligação entre ela e Joe. E mais uma vez, Joe foi o destaque do episódio.

Quanto as garotas, vimos o retorno de Nevasca. Havia a duvida sobre o que Caitlin fez por seis meses, e descobrimos nesse episódio. Com a nova vilã, Amunet Black aparecendo e revelando que ela era sua chefe. Katee Sackhoff fez um excelente trabalho fazendo sua personagem se destacar, ela possui um carisma natural que funcionou muito bem, mesmo como uma vilã.

Fizeram um trabalho muito bom nos poderes de Nevasca, e ela mostrou, várias vezes, porque ela era uma boa líder de gangue. Foi bom que mostraram como ela, aparentemente, estava agindo a um tempo, e no entanto, ela nunca confrontou a Equipe Flash até agora. Isso adiciona mais peso e importância a essa personagem.

Caitlin teve o melhor arco do episódio, uma vez que vemos ela não só lutando para permanecer livre da sua maldição, mas também para manter os outros em segurança.

Finalmente, Joe e Cecil admitindo que estão com medo quanto ao que iria acontecer com o bebê deles foi um verdadeiro problema de um relacionamento. E é realmente assustador, ambos deveriam estar com tudo resolvido, mas eles vão ter um bebê. Porém, sinceramente, esse bebê provavelmente não irá sobreviver até o final da temporada. Algo irá acontecer, causando a morte do bebê ou de ambos Cecil e o bebê. No entanto, isso seria mais um clichê para a série.

No geral, “Girls Night Out” nos deu algumas conexões descentes entre personagens e também alguma ação de qualidade. Assim como, acabou colocando Joe, Caitlin e Iris em posições interessantes.

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Legends of Tomorrow: Review de “Return of the Mack”

dclegendsoftomorrow-143590Esse review contém SPOILERS!!

Depois de quatro bons episódio seguidos, era esperado que Legends of Tomorrow tivesse uma queda na qualidade, mas foi uma surpresa o quão bom “Return of the Mack“. Mesmo que tenha tido uma reviravolta infeliz.

A trama da temporada foi realmente desenvolvida nesse episódio, principalmente, porque descobrimos que nem todos os anacronismos foram causados porque a Equipe Legends “quebrou o tempo”. Alguns foram criados por interferência externas. Então vem Rip Hunter, que fez um retorno triunfante à série, pedindo ajuda à Equipe Legends para encontrar e deter Mollus. Foi bom ver o grande vilão da temporada recebendo algum destaque, e ainda mais ao saber que Rip está atrás dele por anos.

Isso também acabou levando a uma das maiores reviravoltas da temporada, uma vez que sabíamos que Damien Darhk iria retornar, mas não dessa maneira. Isso foi bem legal, e a luta que seguiu a sua ressurreição acabou sendo hilária.

Outra boa surpresa foi ver a conexão entre Amaya e Zari crescer, vimos os totens das duas interagirem de uma maneira única, e Zari pode usar um novo poder, o que foi bem legal.

Além disso, a trama de Nuclear se complica ainda mais, uma vez que vemos Jax e Ray tentando e descobrindo com separar os dois. Claro, tivemos a cena do “não acredito que você fez isso pelas minhas costas”, mas eventualmente acabou sendo resolvido, e tivemos mais provas de que Stein precisa estar na Terra por causa do seu neto, e não com as Lendas.

O que nos leva ao grande problema do episódio, Rip. Mesmo gostando do seu retorno, e até mesmo sua traição para tentar capturar Mollus, mas ele partir não fez sentido. Aparentemente, o Bureau do Tempo não é controlado por ele?! E agora, do nada ele está deixando o Bureau porque eles não têm imaginação?! Isso parece muito com os Mestres do Tempo, algo que o Rip não iria arriscar trazer de volta. Quer dizer que Rip não criou o Bureau do Tempo para ser o oposto dos Mestres do Tempo?!

No final, ele estava agindo como um lunático, e não como o homem calmo e contido que vimos no começo da temporada. Como ele acabou assim?!

Mas agora as Lendas sabem sobre Mollus, e podem lidar com ele. Mas esse “final” de Rip foi decepcionante.

No final, “Return of the Mack” foi um episódio solido, que trouxe alguns personagens velhos e novos à mistura e desenvolveu bastante a trama. Fica a expectativa para que isso não tenha acontecido a um preço muito alto.

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