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The Flash: Review de “Finish Line”

img-1023083-flashEsse review contém SPOILERS!!

The Flash possui uma maneira estranha de lidar com cliffhangers. A 1ª temporada teve o estranho cliffhanger que era um resultado da morte de Eobard Thawne, e teve Barry correndo em uma singularidade e então a temporada acabou. O da 2ª temporada foi melhor, mostrando que as ações de Zoom fizeram com que Barry quebrasse as regras e criasse Flashpoint. Com a 3ª temporada, a série voltou a ter um cliffhanger estranho.

Por si só, “Finish Line” foi um episódio solido, e tudo, até a cena final, foi diferente do que havíamos visto na 1ª e 2ª temporadas. Por exemplo, logo de cara eles revelaram que Iris não estava morta, e que HR havia assumido o lugar dela, Já era esperado que outra pessoa assumisse o lugar de Iris, mas não que fosse HR, mas sim Joe. Ver HR morrer foi trágico, dando a ele a morte de um herói, que era como ele gostaria.

Então, com Iris viva, e Savitar percebendo isso, a duvida ficou: o que vai acontecer agora?! Bem, tivemos alguma logica falha de viagem no tempo, mas deixando ela de lado, o tempo estava acabando para Savitar. Mas ele tinha um plano B, que consistia nele se fragmentando para estar presente em todo o tempo. Foi até mesmo revelado porque ele queria Nevasca ao lado dele, porque ela era a única capaz de parar o Flash Negro, quando ele aparecer para detê-lo.

Foi bom ver Barry tentando seguir o caminho pacifista, ao tentar ajudar a sua versão do futuro, isso é algo que o Flash dos quadrinhos faria. Isso não só pareceu combinar com a versão dos personagem dos quadrinhos, foi bom pensar que o futuro Barry iria tentar e viver uma vida pacifica. Ele até mesmo citou o nome de DeVoe, Mento (The Thinker) acidentalmente enquanto se lembrava das aventuras dele como Flash.

Mas não era real, e foi uma pena o quão rápida a ilusão foi destruída, especialmente depois da agora inútil cena de Harry com Tracy sobre como HR gostaria da ajuda dela. Qual era o sentido dessa cena se ela não iria servir para nada?!

O que acabou nos levando à batalha final, que foi realmente boa. Ver Jay Garrick livre, finalmente, trabalhando junto com Wally, e Jay enfrentando Savitar, foi muito bom. Porém, foi curta, mas foi muito legal ver Barry vibrando para dentro da armadura de Savitar, sendo também um momento inesperado, e Iris finalmente colocando um fim no Barry do futuro. Brilhante.

O funeral de HR foi realmente tocante, especialmente as palavras de HR para Cisco através de Barry. Enquanto Caitlin não voltou a ser ela mesma, mas também não é Nevasca, sendo isso parte dos quadrinhos da DC, onde Nevasca faz parte da outra Liga da Justiça do Batman, então talvez seja o caminho que ela irá seguir agora.

Foi interessante como a Força de Aceleração sem Jay ou Savitar acabou de alguma forma ficando instável. Isso é até compreensível, mas Barry ser forçado a ficar nela, porque é o dever dele, não deu para acreditar. Sabemos que isso não vai durar muito tempo, principalmente porque sabemos que a série vai ter uma 4ª temporada, e já sabemos que Barry Allen será o protagonista, então todo esse drama é em vão. Porque nos dar um adeus forçado, que sabemos que não irá durar, em vez de um pequeno cliffhanger para um final feliz.

No final, “Finish Line” foi um episódio solido com um final frustrante. E com sorte não teremos que esperar muito para Barry conseguir sair da Força de Aceleração, pois a série não seria a mesma sem ele.

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Supergirl: Review de “Nevertheless, She Persisted”

img_5827-1Esse review contém SPOILERS!!

Quando Supergirl precisa escolher entre salvar o mundo e manter a pessoa que ela ama na sua vida, ela escolheu salvar a Terra. E não havida muita dúvida sobre qual seria a escolha dela, as outras séries da CW provavelmente iria tomar boa parte do episódio explorando o dilema criando uma angustia artificial.

Supergirl tomou a decisão mais inteligente. O drama não está na dúvida de se ela irá ou não fazer algo, mas sim, no que irá acontecer depois das decisões dela. E é ai que “Nevertheless, She Persisted” brilha, depois de uma tediosamente lenta primeira metade.

Esse episódio começou exatamente onde o último episódio terminou, “Resist“, com Superman socando Kara no rosto. Ele fez isso porque Rhea infectou ele com kriptonita cinza, que faz com que ele veja Zod no lugar de Kara. Mas porque ela não usou a kriptonita cinza em Kara?!

Foi interessante ver Superman e Supergirl lutando, e a série fez um trabalho muito bom nessa luta. Porém, o confronto entre os dois pareceu desnecessário, sendo mais uma distração dos temas realmente importantes do episódio, sendo apenas algo bom de se ver mas que não apresentava nenhum risco. Essa escolha errada acabou sendo prejudicada pela série tentando forçar o seu feminismo, com uma conversa entre Kara e Clark sobre quem é o melhor herói. Havia a impressão de que a série havia crescido além dessa necessidade com o final da 1ª temporada, mas infelizmente vemos esse elemento retornando para a 2ª temporada.

No geral, a série não conseguiu justificar a presença de Superman no season finale. E se é para ter Tyler Hoechlin como Superman/Clark Kent seria bom se isso acontecesse quando fosse realmente necessário ou fizesse sentido com a trama. Faz sentido que ele apareça quando o planeta está ameaçado, e poderiam muito bem ter explicado isso.

Em vez disso, a presença dele pareceu forçada, colocando ele como mentor de Kara, um papel que poderia muito bem ter sido dado para outros personagens do elenco fixo da série. Mesmo sendo bom ver o Superman, ele não parece ter sido a melhor escolha para o episódio.

Outra coisa que pareceu bastante forçada foi Kara desafiar Rhea, para determinar o verdadeiro campeão da Terra, sendo que Superman seria uma escolha muito melhor. De qualquer forma, se Kara ganhar, Rhea tem que partir, e se Rhea ganhar, a Terra é dela. Enquanto Kara trabalha no plano principal, Lena trabalha em um plano B: um dispositivo que iria espalhar chumbo pela atmosfera da Terra, tornando o planeta toxico para os Daxamites, e também para os humanos. Mas a preocupação aqui é como isso iria afetar Mon-El, e iria forçar sua saída da Terra.

Sabendo que a temporada iria provavelmente terminaria com Mon-El sendo forçado a sair da Terra, deixou as coisas muito previsíveis e mais fáceis de assistir. Mas isso acabou colocando um final no arco do personagem, que chegou a Terra como um príncipe mimado e agora ele precisa abandonar seu novo lar e a mulher que ele ama, prometendo se tornar um herói.

No geral, o final da 2ª temporada acabou sendo bastante esquecível, assim como a temporada em si, nos dando um episódio instável demais para não ser perdoado. Nessa temporada, Supergirl se perdeu na sua tentativa de passar mensagens, principalmente politicas, e focando demais nos relacionamentos dos personagens e não nos próprios personagens.

Fica expectativa para que na próxima temporada a série coloque o foco nos seus personagens, não dependendo somente dos seus relacionamentos para isso. E com a visão que tivemos de um outro bebê sendo enviado de Krypton antes do planeta ser destruído, parece que Supergirl irá seguir o mesmo caminho de The Flash, com mais um vilão alien com os mesmos poderes do protagonista. As duas séries da CW precisam variar quanto aos seus vilões.

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Gotham: Review de “All Will Be Judged”

GOTHAMEsse review contém SPOILERS!!

All Will Be Judged” poderia muito bem ter sido mais um episódio de preparação par ao final de temporada, mas acabou se mostrando algo muito melhor. Peças foram posicionadas, tivemos algumas surpresas, e as facções que lutam por Gotham estão cada vez mais próximas de uma guerra com escalas grandiosas.

Começaremos com Barnes e seu retorno Executor. Essa não foi sua melhor performance, mas foi consistente com o que foi desenvolvido na primeira metade da temporada, e mostrou que mesmo por debaixo daquela armadura ainda exite um homem honrado, quando ele devolveu o distintivo de Jim. E o ataque à GCPD foi bastante engraçado, mesmo já tendo sido feito antes. E ele ter matado Katherine foi uma surpresa difícil de prever.

Katherine foi alvo de uma série de eventos eventos prejudiciais para ela. Ela foi traída por Jim, a tentativa de matar ele acabou falhando, presa, apunhalada por Alfred e decapitada por Barnes. E assim nos despedimos de Katherine.

Foi bom que a coruja de cristal foi colocada em foco novamente, era algo que havia sido colocado de lado por um tempo, em boa parte devido ao arco de Jerome. Agora sabemos que a coruja tem um mapa com todas as localizações secretas da Corte, onde provavelmente as bombas com o vírus serão detonadas.

Quanto aos Bruces, as lutas do doppelganger com Selina e Alfred foram incríveis, e mais uma vez ele mostrou o que não sentir dor pode fazer com uma pessoa. Ele ainda não morreu, então sabemos que ele irá voltar. Quando ao verdadeiro Bruce, finalmente descobrimos o verdadeiro objetivo do Shaman, com ele revelando que quer destruir Gotham, assim como a Corte das Corujas, porque eles contrataram Matches Malone para matar os Waynes, indo contra as suas ordens. Tudo que ele fez até agora foi para garantir a lealdade de Bruce, e para poder moldá-lo.

Quanto ao Charada e o Pinguim, eles tiveram cenas realmente divertidas, com os dois precisando trabalhar juntos para poderem se matar quando estiverem livres da Corte. Fica a expectativa para que vejamos esses dois trabalhando juntos mais vezes no futuro da série.

E finalmente Leslie, foi bom ver a dor dela sendo aprofundada em vez de deixar ela como uma personagem superficial, como ela se tornou desde a morte de Mario. O “sonho” dela, junto com a conversa com o Chapeleiro Louco, ajudaram a cimentar a dor dela. O tempo todo preparando terreno para fazer um finalmente realmente chocante. Agora há motivos para querer saber o que acontece com ela.

No geral, esse foi mais um excelente episódio de Gotham, com a 3ª temporada se saindo melhor do que o esperado. Tudo indica que o vírus deve ser liberado em Gotham no próximo episódio, ficando a expectativa para ver o que o season finale de dois episódios nos reserva.

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Doctor Who: Review de “Extremis”

Doctor-Who-logoEsse review contém SPOILERS!!

O que é real?! Antes de assistir o último episódio de Doctor Who, essa talvez não fosse uma pergunta na sua cabeça, mas depois de assistir “Extremis“, essa deve ser a única pergunta na sua mente.

Muitas pessoas questionam o que Stephen Moffat tem feito desde que começou seu trabalho em Doctor Who, mas não há como negar que quando ele acerta, ele acerta em cheio. Com o Doutor cego, e temendo o que poderia acontecer em seguida, ficava a dúvida sobre qual seria a próxima aventura com ele nesse estado. E da maneira mais irônica e inesperada possível, o próprio Papa apareceu para pedir a ajuda do Doutor.

Aparentemente, existe um livro antigo que é mantido em segredo no Vaticano, e qualquer um que lê ele, morre. Mas não pelo medo em si, mas por vontade própria. Eles se matam. Então, o que fez esses homens santos que traduziram esse livro antigo se matarem?! Bem, esse é o grande mistério do episódio, que cresce ainda mais quando descobrimos que pessoas comuns fizeram o mesmo depois de ler o Veritas.

E seguindo o etilo de Moffat, tivemos uma reviravolta, com o Doutor não podendo ler o texto, e mesmo assim ele tentou trapacear para ver o suficiente para ler o texto. Mas acabou não funcionando.

E descobrimos isso graças a Bill e Nardole, que foram para o Cern, onde cientistas haviam lido o livro, e acabam descobrindo que algo está muito errado. Todos, de alguma forma, conseguiam ler a mente um dos outros, em relação a que número “aleatório” eles haviam escolhido. O que levou a chocante revelação, que eles estavam na Matrix!

A maior parte desse episódio tomou parte em um “mundo fantasma”, uma replica perfeita da Terra. E quando as pessoas descobriam que não eram reais, elas decidiam deixar esse mundo da única maneira que elas conseguiam, se matando. Quanto ao Doutor, Bill e Nardole, os que vimos durante boa parte do episódio faziam parte do holograma, e quando o Doutor descobriu o que estava acontecendo, e que os vilões estão usando essa simulação para planejar uma invasão da Terra, ele faz o que todos fazem.. ele pediu ajudar para o Doutor. Então, agora o verdadeiro Doutor sabe que uma invasão se aproxima, se só há uma pessoa em quem ele pode confiar.

O que nos leva, obviamente, a todas as perguntas que haviam sobre o cofre. Quem está dentro dele? Missy. Porque ela está dentro do cofre? Bem, ela devia ser executada, mas o Doutor poupou a vida dela, mas prometeu colocar ela dentro do cofre e vigiá-la por 1.000 anos. Com a ameaça de uma invasão, manter seu juramento pode não ser uma opção.

Foi ótimo ver Missy, e enquanto algumas pessoas possam achar que seu pedido de misericórdia era falso, mas a última coisa que o Mestre quer é morrer. Isso estragaria tudo para ele/ela. Mas, será que Missy irá ajudar o Doutor? Precisaremos esperar para ver.

Extremis” foi mais um excelente episódio nessa temporada com tema de terror, sendo que a incerteza sobre se somos reais ou não o tema desse episódio. Fica a expectativa para ver como tudo irá se desenvolver depois desse episódio, principalmente com o tempo se esgotando e a invasão dos seres desconhecidos cada vez mais próxima.

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Arrow: Review de “Missing”

Arrow-LogoEsse review contém SPOILERS!!

Missing” foi o mais chamativo e memorável episódio da 5ª temporada de Arrow, um fato surpreendente considerando quanto tempo a série esperou para iniciar o ato final do plano de vingança de Adrian Chase. Pela sua maior parte, o episódio lidou com a tarefa de finalmente deixar claro as intenções de Chase e os riscos para o confronto final foram estabelecidos. Mas faltou coerência, e principalmente satisfação, e o ritmo de “Missing” acabou impedindo que a trama tivesse um impacto emocional, e acabou dando um ar anticlimático no que deveria ser um épico começo para o final dessa trama.

O episódio anterior acabou com Chase preso, mas claramente, desde o momento em que ele se entregou, que tudo fazia parte do seu plano. Um vilão orquestrar sua captura é algo completamente previsível, nada original e sem lógica na maioria das vezes. Mas,”Missing” acaba atenuando um pouco essa falta de lógica, quando revela o intricado plano de Chase, mas uma sensação de artificialidade perdura. O episódio começa com uma referencia a Cachorro Louco, ainda desaparecido depois de aparentemente não comparecer na audiência de custódia. A Equipe Arrow comemora sua vitória sobre Chase, com uma festa de aniversário surpresa para Oliver, uma comemoração que dura por uma noite, antes de Dinah e Curtis desaparecerem. Chase se permitiu ser preso, para que a Equipe Arrow baixasse sua guarda, permitindo que Canário Negro e Evelyn pudessem raptá-los um por um. Isso serve como exemplo para como a Equipe Arrow é ingenua.

Também fica a dúvida do porque Chase precisava ser preso para completar sua tarefa, uma vez que com ele à solta lhe permitia muito bem manipular o paradeiro da Equipe Arrow. “Missing” reforça isso, quando Chase usa a segurança da Equipe Arrow para fazer com que Oliver de uma prisão que só ele habita, porque ele queria. O absurdo inerente do plano de Chase é inegável, e Arrow usa essa plano como uma maneira preguiçosa de demonstrar o domínio de Chase sobre Oliver, um lembrete de que ele nunca deixou de estar no controle. Esse desenvolvimento forçado teria se encaixado melhor no meio da temporada, um falso final antes da pausa de meio de temporada. Em vez disso, força uma maneira muito convincente para a temporada encontrar uma conclusão final, de volta a Lian Yu, onde tudo começou.

Depois de revelar ter sequestrado William, Oliver finalmente é convencido a libertar Chase. E depois de apreender também Diggle e Felicity, e levar todos para Lian Yu, como isca para um último confronto final com Oliver na ilha prisão. Porém, mesmo com todas as falhas do episódio, e do plano de Chase, isso acabou conseguindo conectar alguns dos temas da temporada. Essa temporada começou com Oliver disposto a aceitar novos aliados, o que acabou tornando ele mais vulnerável. Então, a temporada terminar com esses aliados em grave perigo e como buracos na armadura de Oliver, é apropriado. “Missing” acaba trazendo veteranos da série para ajudar Oliver a salvar sua nova equipe. Malcom Merlyn, Nessa Al-Ghul e Slade Wilson aparecem dispostos a ajuda no último episódio da temporada.

Esses retornos são meros chamarizes para os fãs de longa data da série, e não séria muito forçado chamar de um dispositivo forçado para desenvolver a trama. Como a auto prisão de Chase, isso é algo que se encaixaria melhor antes na temporada, o retorno dos vilões anteriores para ajudar Oliver foi realmente forçado, um verdadeiro ex-machina. Força credulidade da série, fazendo o sucesso de Oliver inevitável, predestinado por antigos inimigos e fantasmas que cercam Oliver. Mas fica a dúvida do porque eles iriam ajudar Oliver.

No final, “Missing” em sua maior parte não passou de longos diálogos para explicar o que estava acontecendo, com mais drama forçado sem conseguir o impacto emocional desejado. O episódio teve um ritmo rápido, claramente para compensar o tempo que foi perdido em episódios anteriores. Com tentativas falhas de causar peso e impacto emocional, que acabaram sendo fúteis. Arrow, não tem conseguido causar impacto, mas faltando apenas mais um episódio para o finale, ao menos “Missing conseguiu preparar o terreno para o que pode ser um final de temporada cheio de ação, e com sorte interessante e satisfatório.

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Agents of SHIELD: Review de “World’s End”

Agents-of-S-H-I-E-L-D-agents-of-shield-35640423-1920-1080Esse review contém SPOILERS!!

Dizer que “World’s End” terminou com um toque dramático e forte é um eufemismo. Apesar de alguns pequenos problemas, esse episódio foi um excelente encerramento para uma ótima temporada, mais uma vez levando a série para um novo território.

Logo de cara, não perderam tempo recebendo Robbie Reyes de volta a esse mundo, mais uma vez mostrando o quão bom inimigo/aliado ele pode ser. A expressão no rosto de Aida quando a corrente dele queimou o braço dela, e o braço não se recuperou, ela sabia que havia encontrado alguém que poderia destruí-la. Claro, isso não impediu ela de começar sua vingança sobre a SHIELD e Fitz.

Muita coisa aconteceu nesse episódio, e a maior parte funcionou. De Yo-Yo e Mack no Framework, e então os dois saindo de lá vivos. Mais uma vez, é possível entender porque Framework Mack queria ficar, mas quando ele voltou para o mundo real, ele usou sua dor para fortalecer seu relacionamento com Yo-Yo, o que foi algo que combinou com o personagem.

Também tem, May e Coulson, que tiveram alguns momentos sobre uma garrafa e o porque eles precisam começar do zero. Fica a expectativa para que a 5ª temporada de continuidade a amizade e o relacionamento entre esses dois, afinal, eles merecem ser felizes também.

O que nos leva a Fitz e Simmons, com Fitz ainda se sentindo culpado pelo que aconteceu com Aida, e estava disposto a se sacrificar depois do plano de Aida transformar a equipe em criminosos ao olhos de todos. Mas Daisy fez ele entender que todos precisam permanecer juntos, não importando o que. Foi uma ótima cena, assim como a cena na lanchonete.

Também tivemos excelentes cenas de ação durante o episódio, o Motoqueiro Fantasma foi o grande destaque do episódio, não só como Robbie Reyes, mas também como Phil Coulson. Algo completamente impossível de prever. Agora, fica a dúvida para saber qual é o “acordo” que foi feito.

Radcliffe foi um homem que só queria aliviar sua dor, e o seu trabalho se voltou contra ele, e teve um final digno de um herói. E foi bom que ele pode se despedir da sua própria maneira.

Tivemos algumas coisas estranhas em “World’s End“, algumas que não fazem muito sentido. Como Aida fez aqueles LMDs?! E como aqueles LMDs conseguiram estar na reunião com Talbot?! E de onde veio o LMD de Simmons e Daisy?! Como eles tiveram tempo de construir eles a tempo para o ataque?!

Também, mesmo que Aida tenha tido a morte dolorosa que ela merecia, tudo pareceu fácil demais. Sabíamos que o Motoqueiro Fantasma poderia matar ela, isso é inegável, mas tudo aconteceu fácil demais. E porque o Motoqueiro adiava tanto ela?!

No final, SHIELD no espaço!! Haverá muitos rumores sobre isso. Teremos aliens?! SWORD?! Ou será algo ainda maior?! É difícil dizer, mas as expectativas são altas para a 5ª temporada de Agents of SHIELD.

World’s End” deu um excelente final para uma ótima temporada, e fica a esperança para que próxima temporada de continuidade a esse excelente da série.

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The Flash: Review de “Infantino Street”

img-1023083-flashEsse review contém SPOILERS!!

O ponto forte de “Infantino Street” foi adicionar mais detalhes e nuances à situação que foi de mal a pior bem rápido, e mais um pouco. Foi interessante como esse episódio começou faltando 24h para a morte de Iris, isso adicionou um peso extra na situação, com todos sabendo que estavam quase sem tempo. O que deixou todos desesperados para fazer algo que salvasse Iris. O que naturalmente, levou eles a encontrarem um item que poderia alimentar a Bazooka de Força de Aceleração (Speed Force Bazooka), e era algo que Argus tinha.

Foi bom que eles tinha conectado isso com a invasão dos Dominadores, sendo um belo exemplo de continuidade, e também um motivo para Lyla não querer entregar a bateria a Barry em primeiro lugar. Lyla tem sido praticamente uma vilã em Arrow, mas aqui suas queixas tinham legitimidade, as vezes não se pode confiar em Barry, e se essa bateria acabasse caindo nas mãos de alguém que não se pode confiar seria potencialmente o fim do mundo. Então, quem você chama quando precisa roubar algo em The Flash? Leonard Snart!

Com ele estando morto, só havia algumas poucas maneiras logicas de conseguir isso. E ainda bem que nos mostraram exatamente isso ao voltar no tempo para quando Snart estava em Legends of Tomorrow. Fica a duvida sobre como Barry sabia sobre o momento exato no tempo que ele deveria voltar.

Sinceramente, cada cena com Snart foi incrível, desde Barry tentando convencer ele a ajudar, ao roubo, à hacker a fechadura de 10 milhões de dólares, à luta com Tubarão-Rei. Tudo foi ótimo.

E quando achávamos que a Equipe Flash tinha uma chance, Savitar se infiltrou no grupo para conseguir que alguém acidentalmente deixasse algo escapar. E não dá para culpar ninguém pelo que aconteceu, faz sentido pela “vitória” que eles achavam ter, que eles baixassem a guarda. Então foi bom que Cisco foi quem disse à HR do bom que ele fez.

E a cena final foi excelente. Mais um exemplo de nos falsas expectativas, porque todos acreditavam que Iris iria sobreviver de alguma forma, e a Bazooka seria o motivo disso, mas apesar de tudo isso, Iris morreu.. talvez. Sim, seria muito difícil encontrar uma maneira de reviver ela, mas essa é uma série baseada em quadrinhos, então existe uma possibilidade.

É preciso admitir que, já era esperado que Iris fosse morrer quando ela gravou aquele vídeo, sendo que isso era algo que não seria revelado caso ela fosse sobreviver. E começar logo quando ela morreu, foi um excelente toque.

Há muito mais a ser falar, é claro, sobre o retorno de Barry, a bela cena entre Joe e Iris, a intensa cena de Savitar e Caitlin, o começo do confronto entre Vibe e Nevasca, e é claro, Barry segurando o copo da sua esposa agora morta.

Então, o que vai acontecer agora?! Savitar precisa ser derrotado, é necessário que isso aconteça, e algo precisa acontecer com Nevasca. Mas nada está claro ainda, sobre o que pode acontecer com esses personagens. Fica a expectativa para que tudo que etá acontecendo ajude Barry a se tornar uma pessoa e herói melhor, menos egoísta e que não tente apressadamente resolver tudo sozinho. Iris sobrevivendo ou não, Barry precisa crescer e mudar.

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Supergirl: Review de “Resist”

img_5827-1Esse review contém SPOILERS!!

Supergirl sempre fez um bom trabalho com as personagens femininas, enquanto a 2ª temporada introduziu mais personagem assim, na forma de Maggie e Lyra. Porém a série não conseguiu preencher o vazio deixado pela saída de Cat Grant. Tentaram compensar com a amizade entre Kara e Lena, mas essa relação acabou não sendo devidamente explorada durante a temporada. No entanto, apesar de Cat Grant não fazer mais parte do elenco regular da série, isso não impediu ela de retornar em “Resist“.

As coisas ficaram muito mais interessantes nesse episódio, porque Rhea está atacando a cidade agora. O caos está instaurado, e enquanto Kara e sua equipe possam fazer tudo em seu poder para controlar a situação, mas é muito para ela lidar sozinha. Supergirl estabeleceu uma dinâmica em grupo interessante na 2ª temporada, dando a todos um papel importante a desempenhar, o que pode deixar Kara sem uma perspectiva externa para lhe ajudar com a trama. Nesse episódio, com o retorno de Cat Grant para preencher o vazio que ela deixou, também marcou o retorno do melhor relacionamento de Supergirl, o que ajudou Kara a ter uma perspectiva mais fundamentada em um momento de necessidade.

A série sempre deixou a desejar no que se refere ao relacionamento entre Kara e sua mão adotiva na Terra. Mesmo ela não sendo um elemento chave da série, houveram momentos que essas personagens precisaram de uma figura parental madura para guia-las e ajuda-las com suas decisões. Supergirl faz um excelente trabalho com a dinâmica e a ligação entre as duas irmãs, mas as vezes as personagens precisam ser conselho e amor dos seus pais para lidar com certas situações. Cat serviu para preencher esse papel para Kara. “Resist” coloca Kara contra a parede, então é muito bom ver Cat aparecer e ajudar Supergirl e todos os outros a salvar o dia.

A 2ª temporada colocou bastante foco em diferente relacionamentos, o que também foi o foco principal de “Resist“. O episódio acabou servindo como um bom exemplo do que uma mãe é capaz para proteger seus filhos de diferentes pontos de vista. Cat servindo como distração para ajudar Supergirl e o bem maior, o que é algo que ela não faria por ninguém. Cat gosta de ser o centro das atenções e varia qualquer coisa para inflar ainda mais seu ego e credibilidade. Porém, como a série desenvolveu o relacionamento entre ela e Kara, tornando a decisão dela crível.

O mesmo poderia ser dito sobre Lillian Luthor, que reconhece como um último recurso extremo trabalhar com o inimigo para salvar sua filha. Enquanto Lena e Lillian nunca se deram bem, mas ela nunca deixaria que aliens prendessem ou matassem sua filha. Lillian pode ser má, mas foi capaz de ser arriscar indo para trás de linhas inimigas para salvar Lena. Enquanto ela achava que o seu sacrifício iria fazer com que a longo prazo Lena fosse para o lado dela, mas no fundo pode ser resumido a uma mãe tentando garantir a segurança da sua filha.

Mesmo a série fazendo um bom trabalho nesse episódio, mas sofreu com um grande problema, ao transformar Cat em uma porta-voz para a mensagem que o episódio estava tentando passar em vez de uma personagem de fato. Enquanto ela teve um desenvolvimento em alguns momentos, o que ela fez mesmo nesse episódio foi discursar, o que não é necessariamente uma coisa ruim, mas acaba limitando a personagem.

Supergirl precisa encontrar uma maneira mais sutis de passar sua mensagem, e “Resist” reforça a necessidade disso. A série desenvolveu os relacionamentos presentes nela, podendo muito bem servir como um fator para ajudar no desenvolvimento da trama. Foi bom ver Cat novamente na série, os melhores momentos dela foram os mais quietos e pessoais. Ela deveria uma peça importante para tudo que deve acontecer no último episódio da temporada e não só uma porta-voz.

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Gotham: Review de “Light The Wick”

GOTHAMEsse review contém SPOILERS!!

Como toda série, Gotham tem seus altos e baixos, mas desde a sua 2ª temporada tem sido mais altos do que baixos. Mesmo tendo pequenos problemas aqui e ali, mas a narrativa em boa parte tem sido dramática, excitante e completamente impressionante. Quando uma série encontra maneiras de ser excitante e interessante, enquanto continua desenvolvendo a sua trama, é sempre sinal de algo promissor. Especialmente quando a série foi renovada para a 4ª temporada, como Gotham.

Nesse episódio, Gordon se aprofundou na Corte das Corujas, entendo descobrir qual é o plano deles para Gotham, pedindo ajuda para Bullock e Lucius. Lee quer investigar a morte de Frank Gordon, convencida que Jim matou ele. Bruce continuou seu treinamento com o Shaman. Ivy trabalha duro para reviver Selina, que se feriu gravemente na sua queda. Pinguim procura a ajuda de Gordon para entrar em contato com a Corte das Corujas enquanto ele tenta caçar Nygma. E Hugo Strange extrai o vírus de Alice Tetch do Capitão Barnes, para a Corte das Corujas.

Obviamente, muito da trama acabou sendo desenvolvida nesse episódio, mas nada pareceu forçado ou superficial. Tudo, incluindo o momento dos personagens, pareceu orgânico e ajudou a desenvolver a trama muito bem. Muitas série acabam ficando atoladas quando incluem muitos personagens, mas Gotham conseguiu equilibrar todos os seus personagens, e o tempo investido em cada um deles, fazendo com que tudo pareça orgânico e natural. No geral, todas as peças se encaixaram, com o foco sendo colocado na trama principal com a Corte das Corujas.

Catherine descobriu que Jim traiu ela, então ela procura os nomes que ele escreveu no livro de imunidade. Mas só havia um nome: Leslie Thompkins. Então Lee, que está sendo mantida no escuro em relação a tudo que está acontecendo, será colocada no meio do fogo cruzado dessa guerra por Gotham. Não seria melhor explicar a ela o que está acontecendo?! Essa é a impressão que fica, porém, com a série em um excelente momento, é possível confiar que tudo acabará se desenvolvendo de forma satisfatória. Fica a expectativa para ver como as coisas irão se desenvolver, mas é preciso admitir que mentiras só para manter o drama geralmente são uma péssima ideia.

No geral, esse foi um episódio fantástico e emocionante. E mesmo tendo alguns pequenos problemas, a série continua em seu melhor momento, aumento ainda mais a expectativa para ver o que está por vir.

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Doctor Who: Review de “Oxygen”

Doctor-Who-logoEsse review contém SPOILERS!!

E o tema de horror continua nessa 10ª temporada de Doctor Who com “Oxygen“. Esse episódio se mostrou muito inteligente, tanto na sua forma como na sua conclusão. Depois de uma abertura bastante sinistra no espaço, nos encontramos na Terra com o Doutor, Bill e Nardole, com o Doutor tão desesperado para voltar para o espaço, que ele resolve responder o primeiro pedido de ajuda que ele encontra.

Um dos pontos fortes de “Oxygen” foi a trama semelhante à de 2001: Uma Odisseia no Espaço, com a AI dos trajes sendo o que estava marando os astronautas, com a razão sendo que manter eles vivos custava muito. Ou como o Doutor chamou, “capitalismo espacial”. Foi uma reviravolta bastante divertida, e também um aviso sobre os perigos de quando colocamos dinheiro antes de tudo.

Tivemos vários momentos assustadores no episódio, como Bill quase morrendo, duas vezes. Sabíamos que ela não iria morrer, mas a série vez um excelente trabalho nos convencendo que isso talvez pudesse acontecer. Mas também é preciso admitir que a razão pela qual ela não morreu na segunda vez foi bastante conveniente.

O plano do Doutor sobre “morrer bem” foi igualmente brilhante. Afinal, se matar pessoas é barato, mas perder uma estação espacial por matar todas as pessoas é caro, não seria melhor parar de matar todas as pessoas?! Além disso, descobrimos que os arquivos de “queixas” dos astronautas que sobraram ajudaram a começar uma revolução que acabou com o “capitalismo espacial”.

O Doutor está cego agora por ter salvo Bill da sua primeira “morte”. Será bem interessante ver como isso irá se desenrolar, principalmente como isso irá se conectar com o Cofre. O que é o único problema aqui, estamos ouvindo a cinco episódios sobre como o cofre deve ser protegido, e que alguém precisa ficar de olho nele, mas será que isso é mesmo necessário?! Eles viajaram por todo universo, e a única vez que o cofre foi aberto foi quando o Doutor abriu. Porque é preciso que eles vigiem um cofre aparentemente trancado?! Já se foi quase metade da temporada, e essas perguntas precisaram ser respondidas em breve.

No final, “Oxygen” foi mais um excelente episódio baseado terror. E fica a expectativa para que a reviravolta desse episódio irá durar ao menos até o próximo episódio, ou quem sabe mais dois.

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